Conceito



O FMCB - Festival de Música Contemporânea Brasileira é um encontro internacional de estudiosos da música brasileira, onde dois compositores contemporâneos são homenageados em cada edição, divulgando sua obra e trajetória.

Desde sua primeira edição o FMCB se destaca no panorama musical brasileiro por apresentar diversas características pioneiras. Une pesquisa à performance e com a presença dos compositores homenageados durante todo o evento, oferece uma oportunidade única de interação entre artistas, compositores, pesquisadores e público em geral.









FORMATO


O Festival de Música Contemporânea Brasileira com 4 dias de duração e utilizando de atividades gratuitas para toda a comunidade, incluindo apresentações acadêmicas, recitais, concertos e bate-papo com os compositores homenageados.

Em conjunto com a Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, o Festival também oferece uma contrapartida social, levando uma mostra musical às crianças e aos adolescentes em tratamento oncológico no Centro Infantil Boldrini de Campinas.









HISTÓRIA


O FMCB foi o resultado da pesquisa de doutorado da Diretora Artística do Festival, Thais Nicolau.

Em 2016 já em sua 3ª edição, o FMCB homenageou os compositores Ronaldo Miranda e Paulo Costa Lima.

Em sua 2ª edição, o FMCB homenageou Gilberto Mendes e Edino Krieger, tornando-se referência como importante meio de difusão da pesquisa e performance da música brasileira atual, se comparando a Festivais com mais de 40 anos de existência, como as Bienais de Música Brasileira Contemporânea do Rio de Janeiro e os Festivais Música Nova de Santos.

Em sua 1ª edição o projeto teve o prazer de homenagear os compositores Edmundo Villani-Côrtes e Ricardo Tacuchian em um encontro realizado em março de 2014.




Participantes


Em suas edições anteriores, o Festival recebeu professores, pesquisadores e alunos de diversas instituições do país, incluindo IFBA e UFBA da BA; IFB e UNB do DF; UFG de GO; UFMA do MA; UFMT de MT; UFU de MG, UFPA do PA; UFPB da PB; UEL, UEM, Unespar e UFPR do PR; Unirio e UFRJ do RJ; UFRN do RN; Fundarte do RS; UDESC de SC; Unesp, USP, Unicamp, CDMC/CIDDIC, EMESP, UniSantos, FIAM/FAAM, Unoeste de SPe Fundação Municipal de Artes de Montenegro (Fundarte); além de artistas e pesquisadores da Alemanha, Coréia do Sul, Suíça e Estados Unidos.

UNICAMP

UNICAMP

Desde sua primeira edição o FMCB possui parcerias estabelecidas com a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e Instituto de Artes da Unicamp, onde são sediados, no auditório do Instituto de Artes, as apresentações de trabalhos científicos e pesquisas em performance.

Unicamp - Universidade Estadual de Campinas

Desde sua primeira edição o FMCB possui parcerias estabelecidas com a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e Instituto de Artes da Unicamp, onde são sediados, no auditório do Instituto de Artes, as apresentações de trabalhos científicos e pesquisas em performance.

Unicamp - Universidade Estadual de Campinas

A Unicamp responde por 15% da pesquisa acadêmica no Brasil e mantém a liderança entre as universidades brasileiras no que diz respeito a patentes e ao número de artigos per capita publicados anualmente em revistas indexadas na base de dados ISI/WoS.

A Unicamp é uma autarquia, autônoma em política educacional, mas subordinada ao Governo Estadual no que se refere a subsídios para a sua operação. Assim, os recursos financeiros são obtidos principalmente do Governo do Estado de São Paulo e de instituições nacionais e internacionais de fomento.

O local onde se situa a Universidade Estadual de Campinas foi ocupado, em outras épocas, por cafezais e canaviais. O campus tem o nome do seu fundador, Zeferino Vaz, que foi quem a idealizou e a viu nascer, em 5 de outubro de 1966, data de sua instalação oficial.

A Cidade Universitária "Zeferino Vaz" se localiza no distrito de Barão Geraldo, região noroeste de Campinas. Fica a 12km do centro da cidade. A estrada que liga Campinas a Paulínia (SP-332), passando por Barão Geraldo, é mais conhecida por "Tapetão" no trecho entre o bairro Vila Nova e a Rodovia D. Pedro I, próximo da Unicamp.



IA - Instituto de Artes da Unicamp

O Instituto de Artes da Unicamp possui uma trajetória consistente de 45 anos, voltada ao objetivo primeiro de produzir conhecimento a partir da prática artística, e simultaneamente refletir sobre tal atividade.

O IA participa da formação de grandes expoentes das artes e da cultura brasileiras e sendo presença constante no cenário nacional e internacional com ações nas mais diversas vertentes artísticas. Muitas lutas foram travadas, conquistas e vitórias foram alcançadas.

Hoje o Instituto de Artes conta na sua estrutura administrativo-acadêmica com os Departamentos de Artes Plásticas (DAP), Artes Cênicas (DAC), Artes Corporais (DACO), Música (DM), Multimeios, Mídia e Comunicação (DMM) e Cinema (DECINE), com as Coordenadorias de Graduação, Pós-graduação e Extensão, com a Diretoria de Apoio à Produção de pesquisa acadêmica, artística e cultural, Galeria de Artes (GAIA), Biblioteca, além dos Laboratórios Interdisciplinares. Conta também na sua estrutura administrativa com a Diretoria de Infraestrutura, Diretoria Financeira, Diretoria Técnica de Informática, e a Seção de Recursos Humanos.

Paralelamente às conquistas administrativas, o IA marcou posição no cenário cultural e artístico por uma vasta e diversificada oferta de atividades, que, entre outros eventos, incluiu festivais dedicados a vários gêneros musicais ? como choro, música instrumental e canção -, seminários e encontros de caráter acadêmico, e oficinas e workshops, que despontam entre as atividades de extensão, gratuitas e abertas à comunidade. Neste âmbito são inúmeros os eventos de destaque, muitos deles relacionados diretamente à pesquisa realizada pelos docentes e pelos membros de seus respectivos grupos.

Na Graduação, oferece cursos de Artes Visuais, Artes Cênicas, Dança, Música e Midialogia. Referência nacional, a Pós-graduação do IA desponta também no cenário internacional. Os programas stricto sensu ? Artes Visuais, Artes da Cena, Música e Multimeios ? visam à qualificação em nível de mestrado e doutorado de pesquisadores, docentes e outros profissionais que possam atuar de modo crítico na sociedade.



Leis de Incentivo



As Leis de Incentivo foram criadas pelo Governo Brasileiro, federal e estaduais, para incentivar a produção e difusão cultural, esportiva e social no país. Através desta politica de renúncia fiscal, pessoas físicas e empresas têm a opção de direcionar parte do imposto para projetos culturais, esportivos e sociais à sua escolha. Os projetos são primeiramente avaliados pelas comissões responsáveis do governo, levando em conta sua importância e impacto na sociedade, viabilidade de custos e capacidade do gestor do projeto. Quando aprovados, o projetos podem receber apoio de pessoas físicas ou jurídicas. Além de agregar à sua imagem um vínculo direto às ações de desenvolvimento culturais, esportivos e sociais, as leis de incentivo oferecem às empresas uma oportunidade de CUSTO ZERO de promover, diversificar e divulgar sua marca.


PROAC ICMS

O ProAC ICMS - Programa de Ação Cultural - foi instituído pela Lei 12.268, de 20 de fevereiro de 2006, com dispositivos regulamentado pelos Decretos nos 54.275 de 27 de abril de 2009 e 51.944 de 29 de junho de 2007. Trata-se de um Programa do Governo do Estado de São Paulo, cujo objetivo é disponibilizar recursos financeiros públicos para atender demandas da sociedade civil na produção artístico cultural. Este mecanismo de financiamento do segmento cultural busca ampliar e diversificar a produção artístico-cultural em toda sua potencialidade, criar novos espaços culturais, preservar o patrimônio cultural material e imaterial e fortalecer as formas de circulação de bens culturais no Estado de São Paulo, de forma participativa. Trata-se de um aperfeiçoamento na relação do Estado com as diversas áreas de produção de bens artísticos e culturais, no que diz respeito à alocação dos recursos públicos.

No ProAC-Editais, a Secretaria da Cultura disponibiliza parte de seu orçamento próprio para implementação de projetos que muitas vezes não teriam participação no mercado cultural, mas que se revelam de grande significado para a sociedade. Da mesma forma, no ProAC-ICMS, utilizando-se de recursos públicos (renúncia fiscal do ICMS), os empresários escolhem dentre os projetos previamente autorizados, quais aqueles em que desejam aportar recursos provenientes de impostos devidos por suas empresas. É um mecanismo pelo qual o Estado delega competência para a sociedade civil escolher onde investir parte do imposto gerado.

Em ambos os mecanismos ? ProAC-Editais e ProAC-ICMS ? cria-se no estado de São Paulo, um novo perfil do universo cultural, que certamente resultará não só no aumento da produção, como também criará oportunidades inovadoras, permitindo ainda uma melhor distribuição de bens e serviços culturais, assim como a geração de renda. São mecanismos que o Estado disponibiliza para que a sociedade civil, de forma democrática administre não só a universalização do acesso, mas o foco da produção. Assim, as duas formas possíveis para obtenção de apoio financeiro para projetos culturais através do Programa de Ação Cultural - ProAC são: 1- Recursos orçamentários da Secretaria de Cultura (ProAC-Editais); 2- Recursos obtidos como patrocínio de contribuintes do ICMS (ProAC-ICMS)

Mais informações


LEI ROUANET

A Lei Nacional de Incentivo à Cultura, também conhecida como ?Lei Rouanet?, institui o Programa Nacional de Apoio a Cultura (PRONAC), que tem como finalidade a captação e direcionamento de recursos para investimentos nos diversos setores culturais.

É conhecida principalmente por sua política de incentivos fiscais, permitindo que cidadãos (pessoas físicas) e empresas (pessoas jurídicas) invistam parte do valor do imposto devido em ações culturais.

As propostas culturais apoiadas pelo PRONAC podem ser em diversos segmentos, incluindo teatro, dança, circo, produção cinematográfica e discográfica, música, literatura, artes visuais e gráficas, gravuras, folclore e artesanato, patrimônio cultural e humanidades.

QUEM PODE APOIAR?

O incentivo a projetos culturais pode ser feito por pessoas física ou jurídica através de doaçãoou patrocínio. Tanto a doação como patrocínio são transferências gratuitas e definitivas derecursos para o projeto, sendo que o patrocínio tem a finalidade de promoção e publicidade para oinvestidor.

Pessoa física pode aplicar em projetos culturais até 6% do imposto de renda devido, enquantoque para pessoa jurídica este percentual é de 4%.

COMO FUNCIONA?

Os projetos culturais a serem apoiados através da Lei Rouanet são, primeiramente, analisados pelo Ministério da Cultura (MinC). Quando aprovados, investidores podem apoiar projetos à sua escolha através de Doação ou Patrocínio. Durante a análise no MinC, cada projeto é enquadrado dentro dos Artigos 18 ou 26, os quais definem os porcentuais de abatimento que cada investidor usufrui ao investir em projetos culturais.

Projetos enquadrados no Artigo 18, destinados à artes cênicas, música instrumental e erudita, exposição de artes visuais, entre outros, possibilitam o abatimento de 100% do valor doado ou patrocinado.

Para projetos aprovados dentro do Artigo 26, investidores de pessoa física podem abater 80% do valor de doação e 40% do valor de patrocínio, enquanto pessoas jurídicas podem abater 40% e 30% respectivamente.

MinC
Lei Rouanet



Realização


O FMCB é idealizado e produzido pela Sintonize Produtora Cultural e foi viabilizado por meio do Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo PROAC ? ICMS (Lei nº 12.268) e recebe patrocínio da CPFL Energia, Secretaria de Cultura de Campinas e do Ministério da Educação, por meio do programa da PAEP da Comissão de Aperfeiçoamento de Pessoal do Nível Superior (CAPES) e pelo Auxílio à Promoção de Eventos Científicos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Recebe também o apoio da Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários (PREAC), Coordenadoria de Desenvolvimento Cultural (CDC) da Unicamp e Campinas e Região Convention & Visitors Bureau (CRC&VB). O FMCB tem como parceiros Instituto CPFL Cultura, UNICAMP, Instituto de Artes, Univesp TV e Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas (OSMC)